Imagine se o Brasil fosse um livro e que cada página fosse um ano da história deste país.
A primeira parte do livro seria uma época linda, cheia encantos, filosofias naturais, crenças em inúmeros deuses, tribos, índios e caciques.
Em um determinado momento aquele povo que vivia em paz fora invadido por “alienigenas” que vieram de Portugal e que trouxeram doenças, muambas, costumes religiosos e seduziram o inocente povo que morava aqui com novidades tecnológicas para a época.
Este foi o começo da era: “muito cacique pra pouco índio”.
Na verdade fomos dominados por esta cultura do consumo e da exploração. Com o passar dos anos inúmeros povos vieram para o Brasil trazendo um pouco de suas culturas, tornando o local essa mistura de cores, crenças e costumes.
Como não tenho paciência para livros grandes, vou pular algumas páginas e irei para o instante em que a história está acontecendo.
Neste momento o livro fala sobre ídolos do futebol, uma cultura rica e da possibilidade única de liderança mundial, mas aqui tudo tem um porém….
Nosso passado nos condena e este país está contaminado com o tal do “jeitinho brasileiro”. Algo que parece estar mudando a passos de tartaruga.
Gostaria de ser “Mãe Dináh” para prever as páginas seguintes do livro, como não sou consigo apenas supor. Um sentimento é latente de que a o futuro do país está reservado para poucos, para amigo ou parentes próximo do Sarney.
Estou exagerando, mas a política é algo que o povo não participa, parece não ter legitimidade por aqui.
O tal do Palocci e outros figuras como José Dirceu tornam o livro chamado Brasil uma poesia de boêmios, algo que vai do nada para lugar nenhum. Um verdadeiro porre que só sentimos o efeito da ressaca.
O futuro só Deus pertence, graças a Deus-Deus é brasileiro!